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Presos por golpes de R$ 1,5 milhão na PB e RN ostentavam viagens festas e bebidas, diz polícia

Bebidas e cortes especiais de carnes, em festas, eram expostas em rede social (Foto: Reprodução/Instagram)Operação Signa investigava quadrilha há dois anos, que lucrava R$ 50 mil por mês. Foram apreendidos carros avaliados em R$ 200 mil. Bebidas e cortes especiais de carnes, em festas, eram expostas em rede social (Foto: Reprodução/Instagram).

G1 PB - Uma quadrilha que foi presa nesta terça-feira (20) por trocar cartões de banco e causar um prejuízo de R$ 1,5 milhão às vítimas, tinha um lucro de R$ 50 mil por mês com a venda dos produtos adquiridos com os cartões furtados.

Segundo a Polícia Civil, o grupo que atuava na Paraíba e no Rio Grande do Norte mantinha uma “vida de ostentação”. Foram apreendidos carros avaliados em R$ 200 mil. A esposa de um dos homens de 39 anos, apontado como líder da quadrilha, ostentava em uma rede social com bebidas caras, cortes especiais de carnes e presentes do marido. 
Mensagem em rede social da esposa do suspeito de liderar a quadrilha de estelionatários que fraudou R$ 1,5 milhão (Foto: Reprodução/Instagram) 
Mensagem em rede social da esposa do suspeito de liderar a quadrilha de estelionatários que fraudou R$ 1,5 milhão (Foto: Reprodução/Instagram).  

O suspeito de ser líder da quadrilha era o responsável pela abordagem das vítimas nas agências bancárias e pela obtenção das senhas de acesso aos cartões bancários, segundo a Polícia Civil. Ele seria proprietário de um comércio na cidade de Parnamirim, Rio Grande do Norte, local em que possivelmente negocia os produtos adquiridos com as condutas criminosas. 

Quando o homem foi preso, um revólver calibre 38, cocaína, maconha, smartphones sem origem comprovada, cartões de crédito em nome de outras pessoas e três veículos foram apreendidos. O suspeito já respondia pelos crimes de estelionato, porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa. 
Suspeito de liderar a quadrilha ostentava joias e acessórios de ouro em viagem de barco (Foto: Reprodução/Instagram)
Suspeito de liderar a quadrilha ostentava joias e acessórios de ouro em viagem de barco (Foto: Reprodução/Instagram).
 
O primo do suspeito de liderar a quadrilha tem 32 anos e é apontado como responsável pela logística da associação criminosa (aquisição e venda de produtos adquiridos pela quadrilha) e pela clonagem de cartões de crédito. Ele morava em Rio Tinto, na Paraíba, e mantinha uma loja onde vendia os produtos adquiridos com os crimes. Este homem já foi preso em três estados diferentes (Bahia, Piauí e Distrito Federal) por clonar e trocar cartões, segundo a polícia. 

O terceiro suspeito também tem 39 anos e é motorista de transporte alternativo em Guarabira, região Agreste da Paraíba, onde morava. Ele também é apontado como responsável pela abordagem das vítimas nas agências bancárias e pela obtenção das senhas de acesso aos cartões bancários. O suspeito também servia como motorista da quadrilha, auxiliando nas fraudes. Ele já foi preso duas vezes por estelionato e receptação. 
Carros apreendidos com trio suspeito de fraudar R$ 1,5 milhão, estão avaliados em R$ 200 mil (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
Carros apreendidos com trio suspeito de fraudar R$ 1,5 milhão, estão avaliados em R$ 200 mil (Foto: Reprodução/Polícia Civil).  
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