Laurentinense estudante de Ciências Biológicas faz poema em homenagem a Tenente Laurentino Cruz

Pode me chamar de Pé de Cinza
Autora: Marília Larissa
Minha biodiversidade
É sem igualdade
Sou serrense 
E laurentinense
Bruto e hospitaleiro 
Igual aquele juazeiro
Que mesmo na estiagem
Demonstrar a coragem
Que tem de viver
Pode me chamar de pé de cinza!

Se quiser café com tapioca
Aqui é a terra da mandioca
Clima ameno 
Prosperidade no terreno
Povo religioso
Na seca rezamos
Nas cheias agradecemos
São Francisco e Santo Antônio 
Desde o início
Devem concordar comigo
Podem me chamar de pé de cinza!

Com orgulho vou te falar
O agricultor está sempre a trabalhar
Homem importante, que sabe valorizar
A fauna e a flora
A qualquer hora
Pinha, manga, jaca, ou acerola
Quando sair da escola
Vou querer saber mais
E os animais?
Lagartixa, preá, tejo, peba e camaleão!
Eu moro aqui por decisão
Pode me chamar de pé de cinza!

Agora tenho que me defender
Até o sabiá vai entender
Sobre essa cinza 
Que às vezes impregna
No calcanhar do meu pé
Sabe o que é?
Essa cinza vem de uma terra de valor
Pela qual tenho muito amor
Pode me chamar de pé de cinza!
Compartilhe com Google Plus

About Canindé Silva

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.

0 comentários :

Postar um comentário