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Polícia encontra indício de que máfia fraudou concursos federais

Giovanna Bembom/Metrópoles
Além dos concursos da Terracap, do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Saúde do DF, os investigadores da Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (Deco) encontraram indícios de que seleções de órgãos federais também foram alvo de organizações criminosas que cobravam até R$ 200 mil para garantir a aprovação dos clientes.

Essas informações colhidas no âmbito da Operação Panoptes, entretanto, serão encaminhadas à Polícia Federal para que aprofunde as investigações. Segundo a Polícia Civil, além do grupo que foi alvo da ação deflagrada nesta segunda-feira (21/8), outras três organizações atuam no Distrito Federal da mesma forma. 

Os criminosos ficavam nas portas das faculdades e cursinhos preparatórios angariando possíveis interessados em comprar uma vaga. Eles vendiam o pacote completo, incluindo diplomas de graduação e pós-graduação, se fosse necessário. As investigações apontaram que os integrantes da organização agiam de quatro formas: repassando informações por meio de ponto eletrônico aos candidatos; escondendo celular no local de prova; utilizando documentos falsos e se passando por concorrentes; e, ainda, envolvendo pessoas que trabalham nas bancas organizadoras.
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