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Em retrospectiva, Temer diz que renunciar seria declaração de culpa e põe denúncias em xeque

Num balanço sobre o ano mais duro de sua trajetória política, Michel Temer diz que se tivesse optado pela renúncia no auge da crise instalada pela delação da JBS estaria se “declarando culpado”. “Não seria um caminho mais fácil, seria um caminho incriminador.” O presidente afirma que seus algozes foram “desmascarados”. Com as duas denúncias paralisadas até o fim do mandato, provoca: “Tenho minhas dúvidas de se no futuro virão a ser aceitas de tão inconsistentes que são.” Temer nega que as acusações de Rodrigo Janot tenham corroído sua base, mas reconhece que “naquele instante, as informações falsas perturbaram os trabalhos do Congresso”. Diz que a batalha com a PGR surgiu “no momento em que tínhamos como praticamente aprovada a reforma da Previdência“. “Tínhamos os votos. Mas isso não significa que não poderemos aprová-la ainda no meu mandato”, afirma. O presidente diz não ter “a menor dúvida” de que o tempo trará reconhecimento à sua gestão. “Se quiser saber qual é o meu legado, espero que tenha tempo para ouvir. É um longo legado.”

“Enfrentamos reformas fundamentais que ninguém, ao longo de 20, 30 anos, teve coragem”, diz. Temer cita mudanças na lei trabalhista e na do Ensino Médio. “Repactuamos as dívidas dos Estados e salvamos as finanças municipais. Dividimos a multa da repatriação e os prefeitos puderam fechar seus balanços.”
Temer diz querer passar a faixa para alguém que prestigie sua agenda e arrisca um slogan: “O Brasil reformista não pode parar”. “É o governo reformista que está dando bons resultados para o país, como revelam o crescimento da economia e a geração de empregos.” 
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