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Cidade da Grande Natal registra mais de 200 milímetros de chuva durante o carnaval

Bombeiros auxiliam moradores da Avenida Doutor Luiz Antônio a retirar a água das casas (Foto: Arioneida Alves/cedida)Bombeiros auxiliam moradores da Avenida Doutor Luiz Antônio a retirar a água das casas (Foto: Arioneida Alves/cedida).

G1 RN - Carnaval de 2018 foi chuvoso em todo o Rio Grande do Norte, segundo registrou a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). Somente em Parnamirim, município da Grande Natal, onde houve a maior incidência, caíram 216 milímetros entre as 7h da sexta-feira (9) e 7h desta quinta-feira (15). Em todas as regiões do estado, 21 municípios tiveram precipitações com mais de 100 milímetros. 

 Na região Leste potiguar, onde Parnamirim está localizado, também houve registro de boas chuvas em Macaíba (199,2 mm), Goianinha (192,3 mm), Espírito Santo (179,9 mm), Baía Formosa (128,9 mm) e Senador Georgino Avelino (119,1 mm), por exemplo. Na capital Natal, caíram 76,9 mm.

As chuvas que caíram entre a terça (13) e esta quarta-feira (14) alagaram ruas, avenidas e casas de Parnamirim. Em um caso, o Corpo de Bombeiros foi acionado para ajudar moradores. A região Oeste teve grandes chuvas em vários municípios. Antônio Martins registrou 143 mm e foi seguida na região por Baraúna (138,5 mm), João Dias (126 mm), São Francisco Do Oeste (122,4 mm), Alto do Rodrigues (115 mm), Viçosa (115), Campo Grande (104,8 mm) e São Rafael (102,2).  

Segunda maior cidade do estado, Mossoró registrou 41 milímetros no período. O município com menor precipitação no período também está na região Oeste. Luís Gomes contou com 6 milímetros durante o carnaval. É a cidade em colapso no abastecimento de água há mais tempo no estado, desde outubro de 2011. 

Seca

As chuvas são sinal de esperança para a população potiguar. Com seis anos seguidos de estiagem, o estado enfrenta a seca mais severa de todos os tempos. Os efeitos são preocupantes. Dos 167 municípios potiguares, 153 estão em situação de emergência por causa da escassez de água – o que representa 92% do estado. Além das 16 cidades em colapso no abastecimento, 82 precisaram adotar sistemas de rodízio para ter água encanada. Ao longo destes anos, o governo estima que os prejuízos já passaram dos R$ 4 bilhões por causa da redução do rebanho e do plantio.
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