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Sesap divulga pesquisa sobre os principais desafios de saúde do público feminino

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, nesta quinta-feira (8), a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulga um levantamento sobre os principais desafios de saúde relacionados ao público feminino.  De acordo com a secretaria, as doenças que mais acometem as mulheres em idade fértil no Rio Grande do Norte, e que podem levar a óbito, são as relacionadas ao aparelho circulatório, neoplasias, doenças infecciosas e parasitárias, doenças do aparelho respiratório, digestivo, complicações da gravidez, parto e puerpério.

De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) no ano de 2016 ocorreram 1068 mortes de mulheres em idade fértil (MIF). Destas, lideram o ranking as causas externas por consequência de acidentes e agressões, câncer e doenças relacionadas ao aparelho circulatório. Já no ano de 2017 ocorreram 938 óbitos.

Para diminuir esses números, a Sesap tem desenvolvido junto aos municípios a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, que junto a outras Secretarias de Estado (Segurança, Educação, Assistência Social e Mulheres) apoia os municípios com ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando a assistência à mulher em clínica ginecológica, no pré-natal, parto e puerpério, menopausa, no planejamento sexual e reprodutivo, câncer de colo do útero e de mama, o acolhimento às mulheres vítimas de violência, entre outros.

Chama atenção dos setores de saúde atualmente, o aumento dos casos de sífilis, uma doença de fácil diagnóstico e tratamento acessível e disponível no SUS. Segundo dados do Programa IST/Aids da Sesap, de 2011 a 2017, 2.343 mulheres tiveram diagnóstico positivo para sífilis no estado. Apenas em 2017 foram 752 novos casos. Outro número que merece atenção são os casos de sífilis em gestantes, de 2007 a 2010 foram 2.282 notificações. O que impacta fortemente entre as mulheres, devido a transmissão da doença para a criança. A transmissão vertical da sífilis pode ser prevenida com o diagnóstico precoce na gravidez, além do tratamento em tempo hábil durante o pré-natal, parto e nascimento.
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