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Imagens aéreas mostram recuperação do volume de água na maior barragem do RN

Imagens mostram a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves no começo de janeiro e agora, no final de abril  (Foto: Bruno Andrade/BaDroneRN)
(Foto:Bruno Andrade/BaDroneRN) 

Imagens mostram a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves no começo de janeiro e agora, no final de abril. Em janeiro, Barragem Armando Ribeiro Gonçalves entrou em volume morto com 11,5% de sua capacidade. Agora, após volta das chuvas na região Oeste, está com 26,8%.
G1RN - O maior reservatório do Rio Grande do Norte vem se recuperando após a volta das chuvas no interior do estado. É o que mostram as imagens aéreas gravadas neste final de semana por um drone. Em janeiro, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves chegou a 11,5% de sua capacidade, o mais baixo desde sua inauguração, em 1983, e entrou em volume morto. 

Agora, segundo a mais recente medição feita pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), está com 26,8%. As imagens foram registradas pelo drone do técnico em produção de petróleo Bruno Andrade. Ele esteve lá em janeiro e retornou ao mesmo local neste final de semana. O equipamento sobrevoou a torre de observação, as comportas e a parede da barragem, que ficam na cidade de Itajá, na região Oeste potiguar.
 
A barragem

A Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves tem capacidade para 2,4 bilhões de metros cúbicos de água. O nível atual é de 643,2 milhões, ou seja, 26,8% de sua capacidade. Administrado pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), é o maior reservatório potiguar e o segundo maior do Nordeste. Dele, dependem diretamente 40 municípios das regiões Oeste e Seridó do estado. Sua última vazão, quando as águas transbordaram por sobre o sangradouro, aconteceu em 2011.
Chuvas acima da média

Segundo último boletim divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), tem chovido acima do esperado em todo o território potiguar. Levantamento feito pela Unidade de Meteorologia do órgão afirma que o acumulado de chuvas nestes primeiros meses do ano está 22,3% acima da média – um dado que representa alívio e esperança para o sertanejo. Afinal, são 6 anos seguidos de estiagem severa.

Seca Histórica

Com seis anos seguidos de estiagem, o Rio Grande do Norte enfrenta a seca mais severa de todos os tempos. Os efeitos são preocupantes. Dos 167 municípios potiguares, 153 estão em calamidade por causa da seca – o que representa 92% do estado. Além disso, 14 cidades estão em colapso, e outras 82 possuem sistemas de rodízio para ter água encanada. Ao longo destes anos, o governo estima que os prejuízos já passaram dos R$ 4 bilhões por causa da redução do rebanho e do plantio. 


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