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Em 2002, Bélgica fez seu melhor jogo justamente contra o Brasil

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Desde que se soube que a Bélgica será adversária do Brasil nesta sexta, pelas quartas de final desta Copa do Mundo atual, a principal, única e mais óbvia lembrança tem sido a partida entre as duas seleções, pelas oitavas de final da Copa de 2002. Claro, a lembrança fica pelo ponto de vista brasileiro. No primeiro tempo, o susto, com uma pressão repelida pela ótima atuação de Marcos no gol brasileiro, naquele 17 de junho de 2002, em Kobe, no Japão.

No segundo, a sobressalência de Rivaldo e Ronaldo (e a boa atuação de Kléberson) levando o Brasil à vitória por 2 a 0, e à classificação para as quartas de final. Era o fim do caminho para uma seleção belga que era mediana, vivia ali uma entressafra em seu início, mas ainda melhorou para terminar de maneira digna sua campanha no Mundial.

E atuar de maneira elogiável era tudo de que a Bélgica andava precisando, após campanha terrível na Euro 2000 da qual fora uma das nações-sede com a Holanda. Embora ainda houvessem quatro remanescentes das campanhas honrosas em Copas na década de 1990 (o goleiro Filip de Wilde, o zagueiro Lorenzo Staelens e, no ataque, Luc Nilis e Marc Wilmots), já não havia mais símbolos da transição da década de 1980, como Enzo Scifo e Franky van der Elst. Mas se esperava que os jogadores à disposição do técnico Robert Waseige – com destaque para Eric van Meir, Eric Deflandre, Bart Goor, Gert Verheyen, Johan Walem e os irmãos Mbo e Émile Mpenza – conseguissem uma campanha respeitável na Euro.
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